O Medo e os ‘Amigos’

O bicho homem é um bicho complicado, cheio de instintos e medos. Ainda assim, inventa “uma tal de coragem” e acha que isso pode mesmo ser algo bom. A racionalização do medo, juntamente com uma tentativa de parecer mais forte do que a maioria das pessoas não pode ser algo que nos faça somente o bem.

Quantas coisas nós fazemos, ou vemos alguém fazer, puramente para impressionar as outras pessoas, ou porque alguém disse que não conseguiríamos? Nossa coragem depende, em muito, do estímulo que nos é dado. Dependemos de outras pessoas, nossos “amigos”, para ter a certeza de que devemos fazer a maioria das nossas “besteiras”. Passamos uma vida inteira dizendo que temos que confiar em nossos ‘amigos’…   Amigos, estes, que nos oferecem drogas lícitas e ilícitas, nos desafiam a transgredir leis, nos levam a tomar atitudes consideradas autodestrutivas. Estes ‘amigos’ levam uma parte de nossa vida só porque somos amimais que vivem em bandos (Animais? Bando? Não éramos nós os tais ‘racionais’?)

O conceito moral de amigo é o que fala do cara que te leva para o lado bom da vida, que te faz ser uma pessoa melhor. Bem na verdade, isso quase nunca acontece! Nossos parceiros são os caras que nos incentivam de verdade O maior problema é que todas as pessoas já tem uma inconsequência para as próprias atitudes, imaginem para as atitudes dos outros! Quando alguém nos incentiva muito a cumprir determinado projeto, pode acreditar que essa pessoa não teve a visão mais ampla da situação, não mediu todas as consequências do que ela está te estimulando a fazer. Agora, pense um pouco…  Essa pessoa, com uma visão parcial, é a melhor pessoa para te aconselhar sobre qualquer coisa?

Amigo…  Amigo MESMO…  Esse é o cara que não te deixa fazer besteira. Quando fazemos algo “no impulso”, é uma fonte quase certa de arrependimento. Falo isso com um profundo conhecimento de causa. O que também acontece nesses casos é que nós sempre temos um parceiro que nos estende a mão para ajudar nestas horas difíceis em que nos arrependemos de algo. Claro que pode ser que tu escute algo como “Te disse pra não fazer esta M…!”. Normal, isso pode acontecer sim, mas este cara, que te ajudou na hora difícil, é o cara que tu podes chamar de AMIGO VERDADEIRO! Ele pensou nas consequências das tuas ações e te avisou do que ele viu, tentou te mostrar o caminho certo para o que seria feito. Uma coisa que aprendemos com eles é que o incentivo nem sempre é a melhor palavra a ser dada para um bom amigo.

Pensando nisso tudo, podemos entender um pouco mais sobre o que queremos de nós mesmos e para nossas vidas. Afinal, nossa vida depende de quem mesmo?!?! SOMENTE DE NÓS!!! Não dependemos dos ‘caras’ que nos levam a atos impulsivos, impensados e inconsequentes. Até podemos dar ouvidos aos amigos que tentam nos mostrar o outro lado do que estamos vendo. Sempre é bom um aviso para tomarmos cuidado com o que pensamos e fazemos. Um aviso que nos leva a pensar melhor, pensar uma segunda vez, e tomar uma nova perspectiva da situação em que nos encontramos e para onde iremos.

 

Sempre bom escrever,

sempre bom saber que a galera ‘de fé’,

 que sempre leu o Blog,

 pode voltar a ler os textos e

dividir as ideias malucas comigo.

OBRIGADO!

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Blog recomendado

Gente boa, segue aí um blog de um grande amigo, que escreve bem pra caramba e creio que será interessante para todos os amigos leitores:

http://www.projeto-lyvro.blogspot.com.br/

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Sucesso apodrece a cabeça

Todas as pessoas exaltam os ídolos que aparecem hoje em dia. Parece que todo mundo acha que a vida de um artista, ou alguém de destaque na mídia, é algo que não tem problemas e que é o sonho maior que qualquer pessoa poderia ter. O que não sabemos é o custo dessa vida dita “perfeita”.
Quando temos sucesso em algo que fazemos, podemos, ou não, ser reconhecidos pelo que fizemos. Esse reconhecimento deve vir de pessoas que tiveram contato com o resultado do nosso trabalho e gostaram do que viram. Esse sucesso é algo diretamente relacionado com o que fizemos com nosso esforço, seja por alguma arte, seja por algum serviço, seja por algum sentimento. Podemos ser reconhecidos por qualquer das atividades que temos em nossa vida. Esse reconhecimento pode ser convertido em fama, dinheiro, carinho, até por um breve aperto de mãos. Não precisa ser, necessariamente, fama e fortuna absurdas. Pessoas normais não vão conseguir fama e fortuna de uma hora pra outra. O cara tem que ser anormal. Seja por ser um Gênio, seja por ser um Idiota. Fora essas duas possibilidades, seguimos sendo pessoas normais, que não irão tão facilmente até o “estrelato”. Galgaremos passos para isso, com sucesso, ou não.
Depois de chegar no topo do sucesso, vem outro problema. Como fazer pra essa coisa do sucesso não subir pra cabeça?!?!?!
Em alguns anos trabalhando em academias, vi isso acontecer inúmeras vezes. Professores que eram pessoas boas, que ajudavam os outros e eram humildes, por isso mesmo que fizeram sucesso, tornarem-se arrogantes e sem o menor sentimento de grupo, achando que o mundo girava em torno das aulas deles. Confesso que eu cheguei a esse ponto em alguns momentos na época em que dançava. É uma coisa doida demais, mas passamos a ver os defeitos do trabalho das outras pessoas como algo inadmissível. Antes do sucesso, pensaríamos em mostrar pra pessoa, com toda a sutileza do mundo, os pontos em que ela poderia melhorar. Depois que ganhamos o cargo de chefia, ou o status de destaque, as coisas mudam. É como se tivéssemos recebido algum poder divino, que nos coloca acima do bem e do mal, para podermos avaliar e emitir julgamentos de tudo e de todos. Essa coisa de poder é algo doido demais, pode te dar as ferramentas para fazer grandes mudanças para o bem das pessoas, ou pode, simplesmente, ser a pá que vai cavar o poço onde vais te afundar. Temos as opções de fazer uma coisa, ou outra. Só precisamos pensar um pouquinho antes de agir. Pensar em quem será beneficiado com nossa ação, pensar em quem será afetado pela nossa ação, pensar no motivo da nossa ação… Pequenas coisas, que só exigem um breve raciocínio. É tão difícil assim?!?!?!
O maior problema de agir certo, na hora certa, é a percepção que precisamos ter do ambiente à nossa volta. Em muitos momentos não temos a visão do quadro completo, não percebemos todas as pessoas que são afetadas por nossos atos e nossas palavras. Essa hora é a hora que mostra a nossa falta de humildade! Quanto mais pessoas “deixamos passar” na hora em que pensamos no que fazemos, mais mostramos que estamos nos achando superiores e parando de nos importar com as pessoas. O reconhecimento do trabalho feito não era uma sensação boa quando estávamos subindo?!?!?! Por que essa sensação é a primeira a ser esquecida quando estamos na posição de reconhecer o trabalho dos outros?!?!?!
Reconhecer um trabalho bem feito é uma grande demonstração de humildade para as pessoas que estão em destaque. Vejo isso em alguns momentos da vida, quando as pessoas sentem-se honradas de introduzir novas pessoas em seu convívio. Quando um músico traz um novo talento, quando um empregado de uma empresa dá o devido mérito para o autor de uma ideia, quando recebemos uma gratificação por uma meta atingida, quando dizemos um mero e simples obrigado por uma pessoa nos ter dado a vez no trânsito… Fazer uma típica cordialidade não é nada de outro mundo e podemos aprender MUITO com cada ato gentil e simples que temos em nosso dia a dia, nem que seja no momento em que seguramos uma porta para alguém passar com sacolas em suas mãos. Podemos tornar a vida da pessoa mais fácil por essa simples observação de que podemos ajudar em algo.
Será que não vale a pena observar os outros e ajudar, sempre que possível, em troca de um sorriso “de canto” e um obrigado, ou até mesmo um aceno de cabeça, reconhecendo nossa gentileza?!?!?!?! Na boa, eu acho que vale MUITO. Isso já alegrou meu dia algumas vezes!

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“Questionar é Evoluir!”

No meio do monte de besteiras que circulam pela internet, essa frase me chamou a atenção. Não tem como evitar uma série de pensamentos sobre muitas coisas que vem acontecendo nesse “novo-mundo-coisa-pop-status-fama-cool”. A melhor coisa pra pensar quando falamos em questionar alguma coisa é a tal de internet. Bem…   Vamos à ela.

É engraçado como uma mera e simples rede de comunicações pode levar o povo à maior revolução do conhecimento já vista pela humanidade. O trabalho e as ideias das pessoas já deixaram de depender da velocidade de cavalos e navios para poderem ir de um lugar ao outro. As coisas são “instantâneas” hoje em dia. Caso um pesquisador jamponês tenha uma ideia genial, ele pode ser convidado, instantaneamente, por um laboratório que fica do outro lado do mundo para dar uma palestra para milhares de pessoas que estão espalhadas pelo mundo inteiro. As informações correm com muito mais velocidade do que podemos imaginar, ou até mesmo controlar. Em certos momentos, não temos tempo nem para absorver tudo o que nos é apresentado.

Quando qualquer informação nos é apresentada, não temos o poder de absorver a informação completa e absoluta. O que chega ao nosso cérebro para a nossa avaliação já é algo que passa pelo filtro dos nossos sentidos. O que ouvimos, vemos, cheiramos e sentimos é uma coisa extremamente pessoal. O que eu vejo e sinto não é o mesmo que uma outra pessoa vê e sente. Por mais que olhemos para um mesmo fato, nunca perceberemos este fato da mesma forma que outra pessoa. Cada pessoa tem percepções diferentes de um mesmo acontecimento. Partindo de pressupostos diferentes, lógico que as decisões e as informações que retiramos dos fatos acabam sendo diferentes.

Os nossos pensamentos e decisões são baseados no que nós vemos dos fatos, não nos fatos em si. Quando tomamos uma decisão, ou analisamos um fato, fazemos comparações e relações com as memórias e vivências que tivemos durante a vida. Estas relações e interpretações são os nossos “pressupostos” culturais e morais. São influências diretas em nossas decisões e ações. tudo o que passamos nessa vida é influenciado pelo nosso passado e acaba influenciando o nosso futuro. Com isso em mente é que afirmamos, com toda a certeza, que é muito importante pararmos pra pensar sobre nossas origens e sobre o que queremos dessa vida.

Pensar…  Indagar…   Questionar…

Isso é tudo o que deveríamos fazer com todas as informações que recebemos. Perguntar, para nós mesmos, o que é importante na informação que recebemos. Depois, procurar entender o que as pessoas que nos rodeiam perceberam do mesmo fato. Quebrar a nossa visão e buscar um novo ponto de vista pode ser algo enriquecedor. Podemos ver uma parte do fato que não nos “saltou aos olhos” no momento e que acaba assumindo o seu devido peso nas nossas decisões.

Pensar, galera… Pensar em como somos “cegos” para os acontecimentos da vida. Pensar em tudo o que deixamos de perceber. Pensar em todas as pessoas que pensam diferente de nós. Pensar em tudo e todos que influenciamos com o que sentimos, pensamos e dizemos.

Que “responsa” que gera essa coisa de PENSAR, heim?!?!?!?!

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Errata, ou “mea culpa”… Sei lá…

Moçada, o trasporte do Blogspot pro WordPress não fez bem pra formatação das coisas aqui no Blog. Aos poucos vou colocando tudo em ordem. Os espaçamentos de todas as postagens antigas foram ferrados, mas a gente dá jeito!

Valeu pela compreensão  e…   Abraço!

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Buenas, gauderiada (pra quem não é gaudério também)…

Vou buscar essa semana alguns textos meus que foram escritos e publicados para um blog de uma amiga. Fui convidado para postar nesse BLOG porque a administradora gostou dos meus textos, que tinham a característica de contestar muita coisa do modelo atual de mundo.

É uma coisa meio maluca isso… Quando as pessoas estão, em sua maioria, buscando tornarem-se “mais um” na boiada, eu sempre fui o cara que não fazia nada pela moda. Sempre contestei muitas coisas que o povo fazia sem ter maiores motivos, apenas porque era o que todo mundo fazia, ou usava, na época. Tenho um caso bem explícito disso em minha vida. É meio engraçado, mas é interessante.

Pessoas repudiam em extremo grau  o uso de pochetes hoje. A pochete foi uma baita moda nos anos 90, quando os homens pararam de andar com os bolsos cheios de chaves, carteiras, documentos, celulares gigantescos e “otras cositas más”. Nunca gostei de andar com nada nos bolsos. Aliás, nunca gostei de bolso em calça ou em bermudas. EU jogava volei quando era mais novo e costumava prender os dedos nos bolsos das bermudas. Cheguei a rasgar algumas delas com “dedadas” (hehehe). Quando a pochete virou moda, adotei o uso porque era uma coisa prática, que fazia sentido. Depois, entrei para a faculdade de educação física e tínhamos que levar um monte de coisa conosco (Apitos, canetas, blocos de anotação e tudo mais). Praticidade total. Usávamos pochetes que pareciam umas mochilas amarradas na cintura. Até hoje, quando vou surfar, uso uma dessas. Carrego protetor solar, raspador, chave extra do carro, cartão de memória pro rádio…   Um monte de tralha que, se não usasse a bendita pochete, ficaria solta dentro do carro, balançando pra todos os lados e acabaria perdida!

Tem MUITAS coisas em nossa vida que são assim. Fazemos sem maiores motivos, só porque as outras pessoas fazem. Se fosse assim, eu teria abandonado a pochete em 2000, ou menos. Ao invés disso, todo mundo sabe que eu tenho tudo à mão, SEMPRE! hehehehe   A grande questão é o motivo por trás das coisas que fazemos. Quando esses motivos são maiores do que a nossa vontade de agradar os outros, fazemos o que temos vontade de tá tudo certo. Quando pensamos primeiro em agradar os outros, depois nos motivos de fazer o que estamos fazendo, as coisas não podem ficar certas…   Vamos fazer algo sem ser com o coração tranquilo. Aí a culpa vem!!!

Quantas pessoas apagam tatuagens, fazem sobreposições, vendem carros que não são bons pra elas, constroem casas que não são boas pra elas?!?!?!

Fazer as coisas pelo que os outros pensam tem a séria tendência de não funcionar. As coisas não acabam bem quando a motivação não é certa e de coração tranquilo. Nessas horas que nasce a culpa e o arrependimento. Não digo que não tenham coisas na minha vida que eu faria diferente hoje. O que digo é que temos que ter o coração tranquilo de saber que fazemos a melhor escolha naquele momento. Que essa escolha é bem embasada, não é apenas “seguir moda”.

Pense por ti mesmo, cara pálida!

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Foco na vida… ou… A vida em foco

Sempre falo pras pessoas que até entendo a cabeça atormentada das pessoas muito famosas que despencam no mundo das drogas e acabam com suas carreiras e suas vidas. Sejam elas as pessoas jovens, que morrem de overdose quando novos, sejam as pessoas que teriam potenciais carreiras promissoras, mas nunca atingem seu ápice em função dos “desvios de caminho” provocados por más influências e drogas.

As pessoas que são consideradas geniais tem uma visão diferenciada do mundo. São pessoas que voltam seus olhares para um outro foco. Um foco que vai muito além do que nós, pessoas normais, vemos no nosso dia a dia. Somos travados pela rotina e pelas diretrizes do “sistema” do mundo cool em que somos forçados a viver. As pessoas que são chamadas de geniais, tem uma percepção muito diferente do que acontece com o mundo, vendo as coisas sob uma outra ótica, elas dão atenção a detalhes diferentes dos que vemos, fazendo com que a cabeça desses gênios funcione de um modo que não fecha bem com as regras.

Quando saem desse mundo regrado,os gênios podem ter um tipo diferente de informação para avaliar as pessoas que nos rodeiam. Essa informação possibilita, de certo modo, prever o que as pessoas pensam e fazem da vida. As pessoas que captam essa informação acabam sabendo as segundas intenções de muita coisa que acontece e percebendo muito da maldade do mundo. Além disso, o cérebro das pessoas ditas criativas, é muito mais ativo. Esse tipo de gente, em sua grande maioria, tem problemas pra dormir e hábitos que são constantemente notívagos. Gente que acaba vivendo fora do padrão dito correto.

Nesse ponto, as pessoas partem para percepções alternativas, que amenizem o tédio que gera essa previsibilidade das pessoas que as rodeiam. Nesse ponto entram drogas, práticas alternativas de cozinha, medicina e exercícios, uma vida menos regradas e cheia de transgressões às normas sociais. Os gênios fazem de tudo para amenizar o tédio sentido por suas vidas não compatíveis com o mundo.

A inspiração desse texto nasceu quando eu assistia um DVD do Michael Jackson (This is It). Quem conhece alguma coisa das entrevistas de bastidores e da biografia do Michael, sabe que ele era uma pessoa que tinha sérios problemas sociais. Ele era um quando estava em suas performances e ensaios, e outro quando estava longe disso. Ele mesmo dizia que não gostava de muita coisa que acontecia na vida dele fora dos palcos. Era como se o mundo o pressionasse o tempo todo. Ele só sentia-se bem quando estava no palco. Lá, era como se o que ele fizesse fosse normal, fosse exatamente o que o mundo esperava dele.

Nessa mesma linha de pensar temos Amy Winehouse, que passava seus dias bêbada, toda a geração do rock dos anos 70, que buscava inspiração nas drogas para aumentar sua percepção, Kurt Cobain, que era depressivo por causa do monte de coisa que rolava à sua volta. Tem muita gente boa, dita genial, que deixou de viver esse mundo por puro e simples tédio!

Em momentos como esse, temos que pensar na complexidade do ser humano e nas diversas nuances que ele pode alcançar. Podemos levar pessoas a nos inspirarem para coisas divinas. Nem sempre geniais, mas divinas. Vemos famílias criando pessoas de bem, pessoas com ética e com carinho pelas pessoas que os cercam. Isso é uma coisa divina, nem tão genial ao ponto de chamar a atenção da mídia mundial, mas não menos divina por não estar nas luzes da ribalta!

Galera, nem sempre o que é famoso é o melhor (vide Luan Santana e Michel Teló)…   Em muitos dos casos da vida, temos que fazer o que nos alivia a cabeça e tira o peso da culpa dos nossos ombros. Fazer o que é melhor pra todas as pessoas envolvidas, inclusive para o nosso coração. Esse alívio, nem sempre vem com um resultado perfeito, mas sim com o processo agradável. Mesmo que o resultado fique 80%, o processo 100% é mais gratificante do que um resultado 100% por um processo que envolva magoar pessoas!

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Bolhas de sabão da nossa vida…

                Nossa vida, em alguns momentos, parece até uma bolha de sabão. Muito colorida por fora, reluzente, maleável e linda. Por dentro,completamente vazia e instável. Fácil de explodir e acabar virando “nada”. Esses momentos costumam aparece quando estamos meio sozinhos,os nossos trabalhos não dão certo e nossa diversão também não funciona conforme o esperado. Essa é a hora em que vemos como a função de planejar a nossa vida e criar expectativas pode ser uma grande fonte de frustração.
                Nossa vida parece estar sempre sob nosso controle, dentro do nosso “raio de ação”. Tentamos, sempre, prever o que vai acontecer e buscar alternativas que sejam as melhores pra nós. Fazemos planos gigantescos, que não levam em conta nem 5% da imprevisibilidade da vida. Nós queremos que nossa vida dependa só de nós mesmos, quando o mundo não é assim. Esse “mundão véio sem porteira” não se deixa levar pelos caprichos de uma determinada pessoa. A nossa vontade é a menor das coisas que importa para o andamento do mundo. Ao mesmo tempo que nossa vontade é o que move o mundo!! É um paradoxo complexo, mas vamos à ele…
                Quando estamos chateados e entediados, parece que o mundo inteiro está contra nós. Nada do que fazemos sai bom, tudo o que pode dar errado acaba dando, todas as pessoas afastam-se de nós. Acabamos ficando sozinhos, sem ter motivo nenhum pra nos animarmos e sairmos de baixo desse mundo que parece cair sobre nossa cabeça.Isso pode ter relação com a dita Lei da Atração (Leiam O Segredo, para mais informações), mas também pode ser bem mais simples do que isso. Pode ter relação com enxergarmos o lado bom da vida. Quando estamos de bem com a vida, o mundo fica mais colorido e passamos por cima dos detalhes ruins sem nem vê-los.

                Podemos viver da forma que a vida se apresenta, com bons detalhes e com detalhes ruins,mas vivendo do jeito que dá. Podemos, também, viver reclamando de tudo e achando que a vida é injusta conosco e que não podemos fazer nada quanto a isso…

E aí?!?!?  Vai ser uma bolha de sabão, bonita, colorida e cheia de vida, ou vai ser só um copo d’água?!?!?!?!

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Carnaval, eles dizem… UHUM!!!!

                Pessoas tem conceitos estranhos do carnaval…   Só porque é uma festa em que o povo gosta de sair às ruas fantasiado e fazendo coisas que reprimem durante um ano inteiro, não quer dizer que esse é o espírito da festividade, né?!?!?!                Meu carnaval foi em família, como sempre. Demos risada, bebemos umas cervejas, assamos um churrasco e tudo. Sempre lembrando que a minha família é somente um grupinho de 3 pessoas, eu emeus pais. Quando estamos só nós, é legal porque nos olhamos nos olhos pra falar as coisas. Cada um presta atenção no outro e não tem segundas intenções. EXATAMENTE o contrário do que acontece no carnaval e no verão daqui da Ilha, quando todo mundo tenta tirar vantagem de todo mundo. Não sei o que essa gente pensa…

                Aqui em Floripa (É, moro nesse lugar “feio”) o povo já tem o hábito de tirar vantagem, assim como os turistas já sabem que a galera vai espremer todo o dinheiro que eles trazem pra cá. Lugares turísticos sempre são assim. O problema é que não precisamos fazer isso com os sentimentos das pessoas. Quando vejo o povo vindo pra cá, pra casa de amigos e tudo mais, eles pensam que somos guias turísticos de pousadas, onde eles chegam, largam toda a sua bagagem e depois nós devemos levá-los pra fazer “turismo”, sempre com um sorriso no rosto.
                Gente boa…   MORAMOS AQUI…   Temos uma vida cheia de problemas, como qualquer pessoa, mesmo morando na praia. Tudo bem que sempre temos um bom banho de mar pra relaxar e aliviar a tensão. Podemos surfar e tudo mais, mas é uma cidade como qualquer outra (Apesar de ser uma “ervilha”). Temos nossos trabalhos, nossas casas, nossa rotina monótona. Afinal, somos pessoas,né?!?!?!
                O que interessa desse texto é, na verdade, falar que não é só no carnaval, mas as pessoas precisam, e MUITO, olhar pra quem está do seu lado e prestar atenção nas pessoas. Sempre falamos em tratar todos como iguais. Na verdade, o que precisamos é tratar cada pessoa como se ela fosse única, com suas próprias qualidades e seus próprios problemas. Cada um acha que seus problemas são os piores…   E SÃO!!!!  São os que afetam diretamente a sua vida. Pra cada pessoa, os seus problemas são os piores e os mais urgentes do mundo. Temos que aceitar isso e ajudar da melhor maneira possível. Esse é o dever de quem diz que gosta dos outros.
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Inspire-se!!!!!

                Esta semana eu acabei a leitura do “Livro de Astro-Ajuda” do cantor/compositor/escritor Thedy Correa (@ThedyCorrea). É uma coletânea de textos escritos por ele em seu Blog e alguns outros. Uma das partes do livro junta textos falando de inspiração e do processo criativo usado por ele. Não vem ao caso falar especificamente sobre o processo dele. Quem quiser saber disso, recomendo MUITO o livro dele. Achei muito bom. A ideia aqui é apenas pensar um pouco sobre como funciona a inspiração e como ela é afetada por coisas da vida.
                A nossa inspiração nasce do que sentimos. FATO! Qualquer coisa que nos gere alguma emoção pode ser usada como inspiração para nossos pensamentos e nossa arte.Essa inspiração vem do modo como as atividades, que acontecem no nosso “dia a dia”,fazem contato com nossos pensamentos e memórias. Algumas delas vão de encontro às nossas memórias e ao que pensamos, outras delas são completamente contra nossos princípios (Pode ser por isso que eu escrevo pra 2 Blogs diferentes. Heheh). Partindo desse conceito, eu não consigo entender o “branco” que temos quando precisamos criar algo com prazo específico. Vai dizer o quê?!?!?! Que não aconteceu NADA que tenha mexido com nossos sentimentos?!?!?!
                Nesses dias de “branco” eu já passei alguns problemas. Pra quem não sabe, trabalho com design gráfico e WEB. Passo o dia inteiro “criando” coisas. Em alguns dias, as coisas, simplesmente, “brotam” da mente, da maneira mais natural possível.Esses dias são os mais produtivos, quando tudo parece se encaixar de forma perfeita! Pena que nem tudo são flores…  Quando dá “branco”, as coisas param de funcionar sem aviso e nem explicação. Fico olhando para a folha em branco, seja ela real ou virtual, e parece que nada fica bom o suficiente. É como se tudo o que estudamos fique, momentaneamente, escondido na nossa cabeça. Como se todos os exemplos que vimos em nossa vida não gerem mais “comoção” suficiente para deflagrar um texto ou uma imagem no lado consciente.
                Na verdade, esse tipo de coisa tem mais relação com o que sentimos do que com nosso conhecimento. Como eu disse antes, a nossa inspiração tem relação com sentimentos disparados por acontecimentos do nosso dia a dia. Quando nossos sentimentos estão presos em qualquer coisa que tenha acontecido no nosso dia, não temos muito a fazer. Vai dar “branco”! Somente quando acalmarmos nossa cabeça e nossos sentimentos é que o raciocínio volta a ser “o de sempre” e todo o nosso conhecimento e experiência voltam a trabalhar ao nosso favor. 
                RESUMINDO:Bloqueou a cabeça?!?!!? VAI SURFAR(ou fazer qualquer outra coisa que te ajude a relaxar)!!!!
ABRAÇO!
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